domingo, 31 de agosto de 2014

A Educação de Jovens e Adultos no cenário das políticas públicas

A Educação de Jovens e Adultos nasceu no cenário da sociedade civil, das “lacunas” do Sistema Educacional Brasileiro. As principais características das ações governamentais em Educação de Jovens e Adultos foram de políticas assistencialistas, populistas e compensatórias.
No histórico da Educação de Jovens Adultos no Brasil estão os jesuítas, que no Brasil colônia, fomentam a catequização das nações indígenas. Já no Brasil Império (1876), os primeiros apontamentos do Ensino Noturno para Adultos foram denominados educação ou instrução popular. Com a Lei Saraiva (1882), houve a proibição do voto do analfabeto. A escolarização, na época, é vinculada à ascensão social e o analfabetismo à incapacidade e inabilidade social. O Entusiasmo pela Educação e Otimismo Pedagógico geraram dois movimentos ideológicos da elite brasileira. A Educação passou a ter presença como redentora dos problemas da Nação. Surgiu nos anos de transição do Império - República (1887-1897). Houve a expansão da rede escolar, e as “ligas contra o analfabetismo” anos 1910, visavam a imediata supressão do analfabetismo, por interesse no voto do analfabeto. O Otimismo Pedagógico surgiu nos anos 1920, e culminou a partir de 1930, com o Movimento Escola Nova. O Caráter Qualitativo e Otimização do Ensino tiveram como palco as melhorias das condições didáticas e pedagógicas da rede escolar.

Nos anos 20, foram iniciadas mobilizações em torno da educação como dever do Estado, sendo um período de intensos debates políticos, culturais, e da questão da identidade nacional e definição de nação. Nos anos 40, a educação passa a ser uma questão de segurança nacional, pois o atraso do país é relacionado à falta de instrução de seu povo. Em 1942, temos a criação do SENAI vinculando a Educação de Adultos à Educação Profissional.Em 1947aconteceu o I Congresso Nacional de Educação de Adultos, com o slogan: “ ser brasileiro é ser alfabetizado”. Em 1949- I Conferência Internacional sobre Educação de Adultos (Dinamarca) tendo como linha central a educação de adultos para “ o respeito aos direitos humanos e para a construção de uma paz duradoura, que seria uma educação continuada, mesmo depois da escola.” (Gadotti, 2001)
De 1958 até 1961, houve a Campanha Nacional do Analfabetismo (CNEA), e em 1958, aconteceu o II Congresso Nacional de Educação de Adultos, onde Paulo Freire foi a maior expressão do cenário progressista da educação neste acontecimento. De 1961 a 1963, foi caracterizado o período de fervor político e cultural pelo ambiente de reformas de base preconizadas pelo governo e pela organização e mobilização popular na vida política nacional. No ano de 1966, o governo cria o Plano Complementar ao Plano Nacional de Educação e a Comissão Nacional de Alfabetização e Educação Assistemática (CNAED), com objetivo central de auxiliar financeiramente as ações na Educação de Jovens e Adultos e de fazer o controle ideológico. No ano 1967, houve a criação do MOBRAL (movimento brasileiro de alfabetização), arquitetado como norma de controle da população. Nos anos 70, a Educação de Jovens e Adultos é caracterizada como suplência da educação formal, tendo por objetivo a oportunidade de acesso de jovens e adultos ao sistema formal de educação.
Com a LDB 9394/96, a nomenclatura Ensino Supletivo passa para EJA.Com o Parecer CEB/CNE 11/2000 que baseou a Resolução do CNE de Diretrizes Curriculares para a EJA, são enfatizadas as mudanças da nomenclatura de ensino supletivo para EJA, o direito público subjetivo dos cidadãos à educação, as funções: reparadora; equalizadora e qualificadora, assim como distingue a EJA da aceleração de estudos, concebe a necessidade de contextualização do currículo e dos procedimentos pedagógicos e aconselha a formação específica dos educadores.
Fonte pesquisada:PAIVA, V. P.Educação popular e educação de adultos.

Amélia Hamze


Postado por Adriana Silva Castilho Evaristo

sábado, 23 de agosto de 2014

Professores e funcionários da USP decidem entrar em greve no dia 27
Assembléias das categorias foram realizadas na tarde desta quarta-feira.
Greve é reação à proposta de congelamento salarial feita pelo Reitor.
Os professores e funcionários técnico-administrativos da Universidade de São Paulo (USP) decidiram, na tarde desta quarta-feira (21), entrar em greve a partir da próxima terça (27). Em assembléias realizadas pelas duas categorias, a maioria dos participantes decidiu paralisar as atividades por tempo indeterminado, reivindicando a revisão do congelamento salarial anunciado pela Reitoria da instituição.
Segundo a assessoria de imprensa da ADUSP, a maioria dos professores votou a favor da greve, e houve cinco votos contrários e cinco abstenções.
Na noite desta quarta, os estudantes da USP também se reuniram em assembléia e decidiram aderir à greve.
Na manhã desta quarta, as duas categorias da USP e os professores e funcionários da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que integram o Fórum das Seis, se reuniram com o Conselho de Reitores (Cruesp) para discutir o reajuste. Na reunião, o Cruesp propor manter os salários congelados no primeiro semestre e prorrogar a discussão sobre o reajuste para os meses de setembro e outubro.
Em comunicado divulgado na tarde desta quarta, o Cruesp afirmou que, com os resultados da arrecadação do ICMS de abril, o comprometimento do orçamento das três universidades com a folha de pagamento aumentou, "prorrogar a discussão da data-base para setembro / outubro deste ano".
Segundo o Cruesp, em abril o comprometimento do orçamento com a folha de pagamento chegou a 105,33% na USP, 97,33% na Unicamp e 95,42% na Unesp.
Crise na USP
No fim de abril, o reitor da USP, Marco Antonio Zago, enviou uma carta aos professores e funcionários em que expôs a 
crise financeira da instituição. Foram suspensas as contratações de pessoal por tempo indeterminado, incluindo as substituições de aposentados ou demitidos. Além disso, os servidores

Postado por Conceição Felix 

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Inscrições do vestibular 2015 do ITA estão abertas

O ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) abriu as inscrições para o vestibular 2015 da instituição. O cadastro deve ser feito até o dia 15 de setembro pela internet.
São oferecidas 170 vagas, sendo 140 aos candidatos não optantes pela convocação para o serviço ativo, visando à sua futura inclusão no QOEng (Quadro de Oficiais Engenheiros da Ativa da Aeronáutica) e 30 aos candidatos optantes pela convocação para o serviço ativo.

Provas

As provas serão aplicadas entre os dias 9 e 12 de dezembro, das 8h às 12h (horário de Brasília).
Confira quais disciplinas serão cobradas em cada dia de prova:
09/12: física;
10/12: português e inglês;
11/12: matemática;
12/12: química.
A primeira chamada será publicada às 10h do dia 30 de dezembro.
Neste ano ano o ITA aplicará o processo seletivo em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Juiz de Fora, Londrina, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São José dos Campos, São José do Rio Preto, São Paulo, Teresina e Vitória.

Bom Dia

Este blog foi criado pelo Grupo de Pedagogia da Faculdade Sumaré - 4 semestre
Adriana S C Evaristo
Adriana Monthay
Conceição Felix
Sonia Regina
Liliane Ortiz

Iremos postar artigos interessantes sobre a educação. Voltem sempre.