A Educação de Jovens e Adultos nasceu no cenário da sociedade civil, das “lacunas” do Sistema Educacional Brasileiro. As principais características das ações governamentais em Educação de Jovens e Adultos foram de políticas assistencialistas, populistas e compensatórias.
No histórico da Educação de Jovens Adultos no Brasil estão os jesuítas, que no Brasil colônia, fomentam a catequização das nações indígenas. Já no Brasil Império (1876), os primeiros apontamentos do Ensino Noturno para Adultos foram denominados educação ou instrução popular. Com a Lei Saraiva (1882), houve a proibição do voto do analfabeto. A escolarização, na época, é vinculada à ascensão social e o analfabetismo à incapacidade e inabilidade social. O Entusiasmo pela Educação e Otimismo Pedagógico geraram dois movimentos ideológicos da elite brasileira. A Educação passou a ter presença como redentora dos problemas da Nação. Surgiu nos anos de transição do Império - República (1887-1897). Houve a expansão da rede escolar, e as “ligas contra o analfabetismo” anos 1910, visavam a imediata supressão do analfabetismo, por interesse no voto do analfabeto. O Otimismo Pedagógico surgiu nos anos 1920, e culminou a partir de 1930, com o Movimento Escola Nova. O Caráter Qualitativo e Otimização do Ensino tiveram como palco as melhorias das condições didáticas e pedagógicas da rede escolar.
Nos anos 20, foram iniciadas mobilizações em torno da educação como dever do Estado, sendo um período de intensos debates políticos, culturais, e da questão da identidade nacional e definição de nação. Nos anos 40, a educação passa a ser uma questão de segurança nacional, pois o atraso do país é relacionado à falta de instrução de seu povo. Em 1942, temos a criação do SENAI vinculando a Educação de Adultos à Educação Profissional.Em 1947aconteceu o I Congresso Nacional de Educação de Adultos, com o slogan: “ ser brasileiro é ser alfabetizado”. Em 1949- I Conferência Internacional sobre Educação de Adultos (Dinamarca) tendo como linha central a educação de adultos para “ o respeito aos direitos humanos e para a construção de uma paz duradoura, que seria uma educação continuada, mesmo depois da escola.” (Gadotti, 2001)
Nos anos 20, foram iniciadas mobilizações em torno da educação como dever do Estado, sendo um período de intensos debates políticos, culturais, e da questão da identidade nacional e definição de nação. Nos anos 40, a educação passa a ser uma questão de segurança nacional, pois o atraso do país é relacionado à falta de instrução de seu povo. Em 1942, temos a criação do SENAI vinculando a Educação de Adultos à Educação Profissional.Em 1947aconteceu o I Congresso Nacional de Educação de Adultos, com o slogan: “ ser brasileiro é ser alfabetizado”. Em 1949- I Conferência Internacional sobre Educação de Adultos (Dinamarca) tendo como linha central a educação de adultos para “ o respeito aos direitos humanos e para a construção de uma paz duradoura, que seria uma educação continuada, mesmo depois da escola.” (Gadotti, 2001)
De 1958 até 1961, houve a Campanha Nacional do Analfabetismo (CNEA), e em 1958, aconteceu o II Congresso Nacional de Educação de Adultos, onde Paulo Freire foi a maior expressão do cenário progressista da educação neste acontecimento. De 1961 a 1963, foi caracterizado o período de fervor político e cultural pelo ambiente de reformas de base preconizadas pelo governo e pela organização e mobilização popular na vida política nacional. No ano de 1966, o governo cria o Plano Complementar ao Plano Nacional de Educação e a Comissão Nacional de Alfabetização e Educação Assistemática (CNAED), com objetivo central de auxiliar financeiramente as ações na Educação de Jovens e Adultos e de fazer o controle ideológico. No ano 1967, houve a criação do MOBRAL (movimento brasileiro de alfabetização), arquitetado como norma de controle da população. Nos anos 70, a Educação de Jovens e Adultos é caracterizada como suplência da educação formal, tendo por objetivo a oportunidade de acesso de jovens e adultos ao sistema formal de educação.
Com a LDB 9394/96, a nomenclatura Ensino Supletivo passa para EJA.Com o Parecer CEB/CNE 11/2000 que baseou a Resolução do CNE de Diretrizes Curriculares para a EJA, são enfatizadas as mudanças da nomenclatura de ensino supletivo para EJA, o direito público subjetivo dos cidadãos à educação, as funções: reparadora; equalizadora e qualificadora, assim como distingue a EJA da aceleração de estudos, concebe a necessidade de contextualização do currículo e dos procedimentos pedagógicos e aconselha a formação específica dos educadores.
Fonte pesquisada:PAIVA, V. P.Educação popular e educação de adultos.
Amélia Hamze
Postado por Adriana Silva Castilho Evaristo
Fonte pesquisada:PAIVA, V. P.Educação popular e educação de adultos.
Amélia Hamze
Postado por Adriana Silva Castilho Evaristo
esse artigo é interessante mas deixa uma pergunta quanto a didática porque esses alunos consegue acompanhar, o ensino atual é que meu irmão depois de quase 30anos fora consegui mas comentou comigo que os alunos na grande maioria não conseguiam porque os mais jovem faziam muita bagunça e os educadores colocavam eles pra fora da sala então é necessário fazer ajustes certo
ResponderExcluirA educação de jovens e adultos é muito importante as pessoas que infelizmente não tiveram a oportunidade no passado, a ingressão delas a sociedade é de grande valia, fico imensamente feliz em contribui a essa ingressão trabalhando em dois projetos e para mim é muito gratificante poder colaborar.
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